Pesquisas e artigos acadêmicos
O ACOMPANHAMENTO PSICOPEDAGÓGICO DIANTE DAS DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM
Este trabalho intitulado “O acompanhamento psicopedagógico diante das dificuldades de aprendizagem”, para o título de especialista em Psicopedagogia Institucional e Clínica, compreende a prática clínica realizada durante o curso. Em sua leitura será encontrada a fundamentação teórica que norteou o trabalho, o processo diagnóstico, o primeiro sistema de hipóteses, os instrumentos de avaliação, o segundo sistema de hipóteses e o terceiro sistema de hipóteses seguido pelo informe psicopedagógico e a devolutiva à família. Palavras-chave: Dificuldades de Aprendizagem. Psicopedagogia. Prática psicopedagógica clínica. É possível encontrar o trabalho na íntegra no link: https://www.slideshare.net/laizmassuchetto/o-acompanhamento-psicopedaggico-diante-das-dificuldades-de-aprendizagempdf
DIFICULDADE DE APRENDIZAGEM: OBSTÁCULO QUE LEVA AO ATENDIMENTO PSICOPEDAGÓGICO
Este trabalho intitulado “Dificuldades de aprendizagem: obstáculo que leva ao atendimento psicopedagógico”, para o título de especialista em Psicopedagogia Institucional e Clínica, compreende a prática institucional realizada durante o curso. Em sua leitura será encontrada a fundamentação teórica que norteou o trabalho, o objetivo geral, o processo diagnóstico, a EOCMEA, os instrumentos de pesquisa, a hipótese diagnóstica e o projeto de intervenção psicopedagógica. Palavras-chave: Dificuldades de Aprendizagem. Psicopedagogia. Prática psicopedagógica institucional. É possível encontrar o trabalho na íntegra no link: https://www.slideshare.net/laizmassuchetto/dificuldade-de-aprendizagem-obstculo-que-leva-ao-atendimento-psicopedaggicopdf

O PAPEL DO PROFESSOR NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DO ALUNO COM DISLEXIA
O artigo de conclusão de curso “O papel do professor no processo de alfabetização do aluno com dislexia” para o título de especialista em Educação Especial e Inclusiva surgiu na ideia de que os professores, especialmente os professores alfabetizadores, necessitam manter um olhar atento aos seus alunos e ter conhecimento dos problemas que podem afetar suas aprendizagens, ocasionando um desenvolvimento mais lento e até mesmo de forma “incompleta”. Em virtude disso, e como as autoras deste artigo já realizaram duas pesquisas anteriormente relacionadas à alfabetização durante a graduação em pedagogia, justifica-se a escolha pelo tema por considerar que os profissionais de excelência em sua prática, já dominando os processos de ensino-aprendizagem dos neurotípicos, devem ao mesmo tempo investir na diversidade de tal modo que são as turmas heterogêneas. Assim, segue o resumo do artigo: O processo de alfabetização brasileira passou por várias mudanças ao longo do tempo, desde o trabalho com os métodos sintético e analítico, utilizando cartilhas para alfabetizar, e por um ensino tradicional influenciado pelos europeus ao chegarem no Brasil. O ensino era centrado na figura do professor e não era dada atenção aos obstáculos de aprendizagem, até o surgimento de novas concepções de educação e a criação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), que sistematiza o atendimento a todos os alunos, independentemente de suas especificidades. Este trabalho de pesquisa teve como objetivos identificar as características do quadro de dislexia e estabelecer o papel do professor no processo de alfabetização do aluno com dislexia. O referencial teórico foi fundamentado nas ideias de J. J. Barbosa; Mortatti; Cagliari; Saviani; Zotti; Rosário e Melo; Cunha e Xavier; Frade; Scheffer, Araújo e Araújo; Araújo e Santos; Lapuente; Dalazen, Frighetto e Santos; Brener; Cartaxo, Romanowski e Martins; Brito; Domingues e Ebert; Ferreiro e Teberoski; Gontijo; LDB 9394/96; Batista et al.; Soares; Kramer; Hout e Estienne; Ponçano; Cancela; Condemarin e Blomquist; CID-10; C. F. F. Barbosa; Almeida; Borba e Braggio; Pereira; Kvilekval; A. G. S. Capovilla e F. C. Capovilla; Salina; Rodrigues e Lemos. A metodologia utilizada pode ser classificada como uma pesquisa de caráter bibliográfico, desenvolvida com base em material já elaborado, e também como uma pesquisa de caráter exploratório, que proporciona uma maior familiaridade dos pesquisadores com o tema, a fim de envolver-se no levantamento bibliográfico. Foi apresentado o histórico da investigação sobre dislexia e o quadro clínico do disléxico, bem como a necessidade de um trabalho multidisciplinar para melhor atender aos alunos com esse distúrbio. A respeito da alfabetização de alunos disléxicos, foram apresentadas algumas estratégias de sucesso como a Panlexia, os métodos multissensorial e fônico e o “método das boquinhas”. Com o desenvolvimento deste artigo, buscou-se contribuir com o enriquecimento dos referenciais teóricos capazes de contribuir para a consolidação de bons resultados na prática docente, especialmente na valorização do professor alfabetizador do aluno com dislexia. Palavras-chave: Alfabetização. Obstáculos de aprendizagem. Dislexia. Papel do professor. É possível encontrar o artigo na íntegra no seguinte link: https://www.slideshare.net/laizmassuchetto/o-papel-do-professor-no-processo-de-alfabetizao-do-aluno-com-dislexia

IDEIAS DAS CRIANÇAS DO PRIMEIRO ANO SOBRE O QUE É LEITURA E ESCRITA
O meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Pedagogia intitulado “Ideias das crianças do primeiro ano sobre o que é leitura e escrita”, que também já postei na íntegra aqui no blog, foi publicado entre os anais do XIII Congresso Nacional de Educação – Educere. Trata-se de um congresso realizado na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) a cada dois anos no qual há palestras, apresentações de pesquisas na modalidade comunicação ou pôster, mesas redondas, lançamentos de livros, enfim, atrações culturais. No resumo expandido de 15 páginas, os leitores obtêm as ideias centrais da pesquisa destacando o teste do Realismo Nominal e a entrevista sobre o que é leitura e escrita para as crianças de uma turma do Primeiro Ano de uma determinada escola pública do município de Curitiba. O referencial teórico foi elaborado com base nos autores Mortatti (2011), Barbosa (1992), Cagliari (1998, 2000), Vygotsky (1991, 1998, 2014), Batista et al. (2008), Ferreiro (2001), Ferreiro e Teberoski (1999), Soares (1995), Curto, Morillo e Teixidó (2000), Gontijo (2008) e Colomer e Teberoski (2003). Com relação à pesquisa de campo, a partir de uma metodologia qualitativa e descritiva, foi concluído que o pensamento dos alunos ainda encontra-se no Realismo Nominal e que eles reconhecem a função social da leitura e da escrita e as associam com a aprendizagem. Palavras-chave: Alfabetização. Leitura. Escrita. Aprendizagem da criança. Segue o link com o resumo expandido disponível e publicado no Educere: https://www.slideshare.net/laizmassuchetto/ideias-das-crianas-do-primeiro-ano-sobre-o-que-leitura-e-escrita-79484797
COGNIÇÃO E A APRENDIZAGEM DA LEITURA E ESCRITA DO AUTISTA
Esse trabalho foi realizado em equipe na turma de especialização em Educação Especial e Inclusiva, no módulo de Autismo. Um aspecto que me chamou a atenção para pesquisar e escrever sobre a “Cognição e a aprendizagem da leitura e escrita do autista”, entre tantos outros temas disponíveis, foi por já ter escrito duas pesquisas envolvendo Alfabetização e ter familiaridade com o tema. Por isso, uma coisa é certa: para abordar algo sobre o desenvolvimento atípico é preciso dominar primeiramente o desenvolvimento típico. Ele foi elaborado em forma de artigo e encontra-se disponível no link abaixo: https://www.slideshare.net/laizmassuchetto/cognio-e-a-aprendizagem-da-leitura-e-escrita-do-autista

IDEIAS DAS CRIANÇAS DO PRIMEIRO ANO SOBRE O QUE É LEITURA E ESCRITA
O meu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) de Pedagogia foi realizado com o título “IDEIAS DAS CRIANÇAS DO PRIMEIRO ANO SOBRE O QUE É LEITURA E ESCRITA” em uma equipe formada por duas grandes amigas, uma dela já sendo parceira de Iniciação Científica, contando também com uma orientadora e banca maravilhosas que, pasmem, nos permitiram até que ultrapassássemos o limite de páginas! O tema surgiu então pela curiosidade de aprofundar os conhecimentos sobre a apropriação da leitura e da escrita pelas crianças, tomando por base a pesquisa realizada no Programa de Iniciação Científica (PIC), no ciclo 2013-2014 da Universidade Positivo, em relação ao estudo da alfabetização nos Ciclos de Aprendizagem. Vale destacar que esse nosso interesse e curiosidade pela Alfabetização já vem desde o primeiro ano da graduação em Pedagogia, quando nos identificamos com a disciplina de Fundamentos e Práticas da Alfabetização I e II, confeccionando jogos e portfólios ao mesmo tempo em que estudávamos a teoria, além das vivências com as crianças nos estágios de Educação Infantil, em que já é perceptível o início do processo de alfabetização. Fomos construindo em cada momento um olhar gratificante, chamando a atenção tanto do ponto de vista da aprendizagem da criança como das práticas do professor alfabetizador, considerando uma fase marcante para o indivíduo. Em resumo, o trabalho de pesquisa consiste que: A história da leitura e da escrita passou por muitas mudanças até chegar como é atualmente, sendo que esse desenvolvimento também marcou o processo de alfabetização. Nele ocorreram transformações que alteraram significativamente o processo de ensino-aprendizagem da leitura e da escrita, que foi desde o trabalho com os métodos sintético e analítico até os dias atuais com o letramento, o estudo da Psicogênese da Língua Escrita e as novas práticas docentes em sala de aula. Este trabalho de pesquisa buscou compreender a partir da perspectiva das crianças como elas concebem o que é ler e escrever e identificar o nível de aquisição da leitura e da escrita pela aplicação de um teste padronizado do Realismo Nominal. A metodologia utilizada nesta pesquisa foi de abordagem qualitativa, em que a coleta de dados foi realizada com a amostra de 12 crianças do Primeiro Ano do Ensino Fundamental de uma escola pública do município de Curitiba. Os alunos responderam a uma entrevista individual sobre leitura e escrita e participaram de um teste individual. A pesquisa também se constituiu do tipo descritiva, a qual busca descrever as práticas realizadas no ambiente. As duas técnicas de coleta de dados utilizadas durante a pesquisa proporcionaram compreender que as crianças demonstram ter consciência sobre a própria aquisição da língua escrita. Na entrevista, os alunos mostraram que associam o ato de ler e escrever com o ato de aprender e apresentam a função social da leitura e da escrita, já no teste do Realismo Nominal indicam que ainda fazem referência ao significado das palavras e não as letras e sílabas. Palavras-chave: Alfabetização. Leitura. Escrita. Aprendizagem da criança. O TCC na íntegra é encontrado no link abaixo, lembrando que ele já está em processo de publicação e apresentação em congresso: https://www.slideshare.net/laizmassuchetto/ideias-das-crianas-do-primeiro-ano-sobre-o-que-leitura-e-escrita-68698209
OS TEMPOS E A PRÁTICA PEDAGÓGICA NA ESCOLA ORGANIZADA EM CICLOS
O trabalho de pesquisa “DE QUE TEMPOS SE FALA NA ESCOLA EM CICLOS?” desenvolvido no Programa de Iniciação Científica (PIC), no ciclo 2013-2014, durante o curso de Pedagogia na Universidade Positivo, também foi publicado no XII Congresso Nacional de Educação - Educere da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) no ano de 2015, lugar onde foi realizada a apresentação oral com slides na modalidade comunicação. O mesmo trabalho foi intitulado “OS TEMPOS E A PRÁTICA NA ESCOLA ORGANIZADA EM CICLOS” e buscou analisar, a partir do olhar dos professores do 3.º ano do ciclo de alfabetização, os tempos que são retratados na escola organizada em ciclos no município de Curitiba. Refletir sobre o tempo dos alunos revelou a preocupação não somente com o cumprimento do rol de conteúdos, mas com a diversificação metodológica e com o processo de aprendizagem. A pergunta que deu direção ao trabalho se constituiu do próprio título deste trabalho: De que tempo falaram, nesta pesquisa, os professores do 3.º ano do ciclo de alfabetização na escola organizada em ciclos no município de Curitiba? Palavras-chave: Ciclos. Tempo escolar. Prática pedagógica. Segue o link com o trabalho de pesquisa disponível e publicado no Educere: https://www.slideshare.net/laizmassuchetto/os-tempos-e-a-prtica-pedaggica-organizada-em-ciclos-68697488
De que tempos
se fala na escola em ciclos?
Um dos trabalhos que tem me deixada muito feliz e contribuído com a minha formação durante o curso de Pedagogia, na Universidade Positivo, foi o convite para participar do Programa de Iniciação Científica (PIC), no ciclo 2013-2014. A partir dele que entrei para o mundo da pesquisa e despertei meu gosto e observação enquanto pesquisadora. Após o seu desenvolvimento, durando cerca de um ano, o mesmo foi publicado e apresentado no V Encontro de Pesquisa e Iniciação Científica (EPIC) da Universidade Positivo, na modalidade pôster. Este trabalho de pesquisa buscou analisar, a partir do olhar dos professores do 3.º ano do ciclo de alfabetização, os tempos que são retratados na escola organizada em ciclos no município de Curitiba. Refletir sobre o tempo dos alunos revelou a preocupação não somente com o cumprimento do rol de conteúdos, mas com a diversificação metodológica e com o processo de aprendizagem. A pergunta que deu direção ao trabalho se constituiu do próprio título deste trabalho: De que tempo falaram, nesta pesquisa, os professores do 3.º ano do ciclo de alfabetização na escola organizada em ciclos no município de Curitiba? Palavras-chave: Ciclos. Tempo escolar. Prática pedagógica. O trabalho de pesquisa se encontra disponível no link abaixo: https://pt.slideshare.net/laizmassuchetto/de-que-tempos-se-fala-na-escola-em-ciclos
